Programação da Semana Santa 2014

  • Sábado (dia 12). 
    • Não haverá missa.
  • Domingo (dia 13). 
    • 8:30 horas -  Missa de Ramos no Santuário  (Cruz e Ramos).
  • 2ª Feira (dia 14).
    • 19:00 - Terço Penitencial das Mulheres.
  • 3ª Feira (dia 15).
    • 19:30 horas - Terço Penitencial dos Homens.
  • 4ª Feira (dia 16).
    • 15:00 horas - Novena no Lar Santa Rita.
    • 19:00 horas - Via Sacra no Santuário.
  • 5ª Feira (dia 17).
    • 20:00 horas - Missa do Lava Pés e Vigília.
  • 6ª Feira (dia 18).
    • 06:00 horas – Terço Penitencial.
    • 06:30 horas - Procissão até o cemitério.
    • 15:00 horas - Liturgia da Paixão de Cristo com Comunhão.
    • 19:00 horas – Teatro da Paixão de Cristo no Santuário.
  • Sábado (dia 19).
    • 09:00 horas – Batizados.
    • 20:00 horas – Missa da Ressurreição (Vela, Cruz e Água).
  • Domingo (dia 20) “PÁSCOA”.  
    • 07:00 horas – Missa na Capela São Judas Tadeu.
    • 07:30 horas – Missa na Paróquia Nossa Senhora das Graças.

XXII Festa Country

Cartazpronto

QUARESMA: deixar-se olhar por Deus

“E o teu Pai, que vê o que está escondido, te dará recompensa” (Mt 6,18)

 Mais uma vez é Quaresma, e mais uma vez ressoa em nós o forte apelo à conversão.

Quando falamos de conversão, estamos nos referindo a um estilo de vida diferente, a uma mudança qualitativa de vida. A conversão tem muito a ver com as atitudes diante das coisas, das pessoas e de Deus; ela tem a ver com o êxodo ou saída de uma maneira de viver na qual se dava importância a determinadas coisas, para começar a dar importância a outras coisas. Conversão implica reservar-nos espaços e tempos para dar maior consistência à nossa vida, para perguntar-nos o que há de Evangelho em nossas vidas, para examinar quê lugar Jesus tem em nossos corações.

A Quaresma é, sobretudo, um tempo para reaprender a olhar; é um tempo para converter nossa visão à maneira de Jesus. Sabemos muito bem que o olhar de uma pessoa é uma porta aberta para o íntimo do seu coração. É no olhar maravilhado dos amigos que nós nos descobrimos compreendidos e amados por eles.

Por isso, Deus é Aquele que olha, mas o seu olhar é Amor e traduz a infinita ternura do seu coração; seu olhar é cheio de misericórdia e perdão que nos salva; olha-nos com todas as nossas possibilidades e convida-nos a corresponder-lhe. O seu Amor não cessa de criar-nos, suscitando em nós momentos de ressurreição. Sob o Seu olhar existe sempre a possibilidade de renovação, de recriação, de transformação.

Estabelecida essa relação, as palavras tornam-se inúteis, porque compreendemos tudo no olhar de Deus.

“A contemplação cristã é trinitária, é o fogo de dois olhares que se devoram por amor”’. (P.Molinié)

No interior da Trindade as Pessoas divinas olham-se, acolhem-se e entregam-se num amor mútuo.

Rezar é simplesmente participar dessa troca de olhares que se expande numa comunhão de amor.

O olhar de Deus é um olhar inovador, olhar comprometido que faz acontecer o novo, olhar que recria o ser humano, que abre futuro novo, que suscita comunhão com tudo, que abarca as fronteiras do universo e acolhe a humanidade inteira. Olhar não contaminado, sem veneno…, olhar sem rancor, sem julgamento.

Olhar inquietante que sonda a verdade… Olhar audacioso que desperta as consciências, sacode as velhas estruturas, derruba os muros da separação e da violência…

Quaresma é um tempo para deixar-nos olhar por Deus, para descobrir o olhar em cada irmão e aprendermos a olhar o outro como Deus olha… Porque um olhar seu, bastará para “converter-nos e crerno Evangelho”. Podemos considerar a Quaresma como “mística dos olhos abertos”.

 No Evangelho da liturgia de hoje, Jesus denuncia aqueles, que mendigam um olhar para si mesmos; querem ser vistos, elogiados, serem o centro das atenções a partir de práticas religiosas puramente exteriores e que alimentam uma vaidade pessoal. Querem brilhar diante dos outros, com a falsa pretensão de uma vivência religiosa.

Somos chamados a corresponder ao olhar de Deus através das chamadas “práticas quaresmais”:oração,jejum e esmola. Por detrás de cada uma destas práticas está o desejo de Deus de ver-nos mais livres: livres para olhar mais além de nós mesmos, para olhar como Deus olha, graças à oração; livres graças ao jejum, que ajuda a configurar nossa sensibilidade, que nos impulsiona a sermos críticos com certos excessos, com determinadas coisas que embora sendo supérfluas, exigem demasiada atenção e nos desgastam. Livres graças à partilha (esmola), para ir deixando de pronunciar a palavra “meu”, para configurar nosso tempo, nossas coisas, nossos dons, no horizonte das necessidades do outro.

Em primeiro lugar, a proposta por excelência para este tempo, e que não podemos esquecer, é a oração.

Trata-se de abrir momentos de silêncio e escuta, para deixar retumbar dentro de nós as perguntas: “e tu, apartir de onde olhas? Como olhas? Em quê e onde estão fixos teus olhos?…”

O que a liturgia nos propõe para a Quaresma é que, a partir da intimidade com Deus na oração, sejamos capazes de olhar a partir de Deus, que fixando nosso olhar no Senhor Jesus, sejamos capaz de nos olhar com mais bondade, de olhar os outros com mais carinho…

Orar é ter acesso ao nosso “eu profundo” sob o olhar de Deus e desejar ser visto por Ele até as profundidades mais secretas do nosso ser. A verdadeira oração começará no dia em que descobrirmos esse olhar de amor, mas é necessário que Deus ilumine os olhos do nosso coração.

Só podemos “ver a face de Deus” deixando-nos iluminar pela luz dos Seus olhos. “Ver a face de Deus” é ter consciência de ser penetrado pelo Seu olhar e só Nele podemos contemplar a luz: “Na vossa Luz é que vemos a Luz” (Sl 35,l0).

 Conheceremos então, a experiência espantosa em que desejar ver a Deus é ser visto por Ele, que perscruta as profundidades e os abismos. Nesse momento nascerá uma relação de intimidade em que olharemos a Deus, “olhos nos olhos”. Quem é capaz de olhar o próprio interior, sensibiliza-se para olhar de modo diferente a realidade que o cerca. O olhar, então, se expande e se faz contemplativo.

A pessoa contemplativa, movida por um olhar novo, entra em comunhão com a realidade tal como ela é. É olhar o mundo como “sacramento de Deus”. Um olhar capaz de descobrir os sinais de esperança que existem no mundo; um olhar afetivo, marcado pela ternura, pela compaixão e por isso gerador de misericórdia; um olhar que compromete solidariamente.

O olhar verdadeiramente humano não é um olhar de medusa, possessivo, mas um olhar contemplativo, que vê todas as criaturas e todas as pessoas, admirando-as e amando-as na singularidade do seu mistério.

Um olhar gratuito e desinteressado que expande o ser humano numa atitude acolhedora de tudo que o rodeia; olhos que possibilitem o trânsito do olhar, revelando a interioridade e dialogando com o exterior.

 A liturgia quaresmal nos propõe também o jejum. A novidade não está em reduzir o que comemos e o que ingerimos, quase por intuição mecânica. Mas também o jejum tem a ver com o olhar, tem a ver com o olhar-se a si mesmo, tem a ver com fixar-se naquilo que nos alimenta. O jejum, talvez possa ser a prática de olharmos com mais compaixão. Em outras palavras, afastar de nós aquele olhar possessivo que nos destroça por dentro, que nos faz dano, que nos impede de sermos nós mesmos.

Com o jejum aprendemos a conhecer e a ordenar nossos diferentes apetites, mediante a moderação do apetite fundamental e vital: a fome. Aprendemos desta maneira, a regular nossas relações com os outros, com a realidade exterior e com Deus, relações muitas vezes motivadas pela voracidade. Ao mesmo tempo, o jejum nos desperta a “fome essencial”: fome de sentido, fome do Reino, fome em favor da vida.

 Por fim, a outra prática quaresmal proposta é a esmola: dar do que temos e somos, e não o que nos sobra. Mas “dar esmola” tem a ver, como olhamos àqueles que estão ao nosso lado. Tem a ver com presentear ao outro um olhar de proximidade, de consolo, de acolhida…

Com o olhar, podemos transformar uma pessoa, destruí-la ou reconstruí-la, aniquilá-la ou fazê-la renascer, restituí-la a si mesma e ao futuro ou afundá-la no seu passado.

É preciso purificar o olhar, cristificá-lo. Contemplar o rosto do outro é sentir sua presença, sem pré-conceitos e pré-juízos…, vendo nele o sinal da ternura de Deus. Passar da contemplação à acolhida: este é o movimento da oração dos olhos.

Muitas vezes, o presente mais precioso que podemos dar a alguém é um olhar diferente; o futuro, a acolhida, o perdão, a alegria… dessa pessoa, podem depender desse olhar novo, cheio de afeto e confiança.

Em muitas situações difíceis da vida, o que salva é o olhar. Esse é o sentido verdadeiro da esmola.

 Texto bíblico: Mt 6,1-6.16-18

 Na oração: – Torne o seu coração vulnerável ao olhar do Pai, receptivo a todo apelo que vem d’Ele, deixando-se tocar pelo inesperado, pela novidade, pela iniciativa amorosa de Deus.

- evangelizar o olhar: aprender a olhar como Jesus Cristo, ultrapassando as aparências.

- como você “olha” as pessoas, as coisas, os fatos, o mundo…?

Catequese paroquial.

Comunicado aos pais e catequizandos do Santuário Santa Rita.

  • Dia 23/02 Missa de  abertura da catequese.
  • Dia 01/03 Início dos encontros de catequese.

Coordenação paroquial da catequese.

Terço dos Homens

Hoje dia 10 de fevereiro  de 2014 teve início no Santuário o Terço dos Homens.

Com a presença de mais de 50 participantes. Adultos e algumas crianças rezaram a oração do terço, animado pelo Pe. Donisetti.

As reuniões continuarão a acontecer todas as terças-feiras às 19:30 horas.

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Terço dos Homens.

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Dia 18 de fevereiro de 2014 iniciará no Santuário o “Terço dos Homens”.

As reuniões serão todas as terças-feiras às 19:00 horas.

Santuário celebra 20 anos de campanha da Mãe Peregrina.


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Falece Pe. Miguel Lencastre. Grande divulgador do movimento de Schoenstatt.

Faleceu ontem (14/01), em Olinda – PE, o Pe. Miguel Lencastre.

Pe. Miguel foi o fundador do Santuário de Olinda e o idealizador do “Terço dos Homens”.

 

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Feliz Ano Novo!

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Presépio de Natal

Novamente os paroquianos do Santuário e seus visitantes são presenteados com um lindo presépio, desta vez, montado ao lado da gruta de Santa Rita.